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sexta-feira, 25 de Julho de 2014

Chocolate pode proteger dos efeitos nocivos do Sol

De acordo com um estudo duplo-cego publicado pelo National Institutes of Health, o chocolate pode ser um forte aliado contra os efeitos prejudiciais do sol, anuncia em comunicado a ACHOC - Associação dos Industriais de Chocolates e Confeitaria.

A investigação concluiu que os indivíduos que consumiam regularmente cerca de 20 gramas de chocolate, ao longo de três meses, foram os que apresentaram uma maior resistência foto cutânea contra os efeitos nocivos das radiações ultravioletas. Os investigadores acreditam que esta proteção adicional provém dos flavonoides, presentes, sobretudo no chocolate negro.

De acordo com a Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo, a incidência do cancro da pele tem vindo a aumentar em Portugal e estima-se que este ano surjam 11 mil novos casos, dos quais um milhar serão melanomas. Este tipo de cancro é o mais grave, sendo responsável por 80 por cento das mortes por cancro cutâneo. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), morrem todos os meses 22 pessoas devido a melanoma avançado.

Fonte: Vital Health

Bronzeado bonito e seguro


Mal chega o tempo quente, começamos a ter vontade de esquecer o tempo frio e chuvoso dos últimos meses e correr até à praia. Todos gostam de ver a sua pele mais dourada, com um ar saudável, e começa, então, a "operação bronzeado".

Mas é preciso ter bem presente que a exposição solar em excesso é prejudicial e pode causar escaldões, que podem provocar inflamação da pele, desconforto, intolerância ao sol, alergias. E um escaldão ou uma queimadura solar são dos principais fatores de risco para o aparecimento do cancro de pele.

Além da exposição direta ao sol, também a luz refletida na areia e na água pode ser suficiente para provocar um escaldão. E mesmo em dias mais frescos ou nublados, os raios ultravioleta podem provocar lesões na pele. Não há, por isso, desculpa para descuidos.

Em caso de escaldão, o que fazer?
Se começar a sentir muito calor e notar a pele mais vermelha, saia logo do sol. Evite idas à praia nos dias seguintes para não agravar a queimadura.

No seguimento de um escaldão, a hidratação é muito importante, para permitir a regeneração da camada lipídica da pele. Coloque um bom creme ou gel hidratante nas zonas afetadas, várias vezes por dia. Existem mesmo produtos para combater a inflamação da pele que proporcionam um alívio imediato pela ação do frio.

Prevenir é o melhor remédio
Para aproveitar o que de bom o sol traz (promove a síntese de vitamina D, de melatonina e de melanina, melhora os quadros de acne, é um bom antídoto contra a ansiedade e depressão), mas evitar potenciais danos na sua pele, há alguns cuidados que deve ter em conta:

›› Evite exposições prolongadas ao sol. Vá expondo o corpo aos raios solares de forma gradual, para ir ganhando um bronzeado bonito e de forma segura.

›› Ponha sempre protetor solar na cara e corpo, de preferência antes da exposição solar (pode fazê-lo em casa, antes de ir para a praia). Repita várias vezes durante o dia.

›› Evite as horas mais perigosas, em que a radiação é mais direta e intensa (entre as 12h00 e as 16h00, sensivelmente).

›› Não adormeça ao sol

›› Use chapéu

Fonte: revista cuidar.pt

sábado, 19 de Julho de 2014

Prevenir o estado de fragilidade no idoso com a alimentação



Quem acredita no mito de que após uma certa idade é normal comer menos, que só a sopa e o pão com queijo são suficientes para garantir os nutrientes diários, engana-se!

Envelhecer não significa deixar de ouvir as seguintes recomendações: "Não fique mais 3 horas sem comer e não salte refeições; tome sempre o pequeno-almoço; beba pelo menos 8 copos de água por dia, mesmo que não sinta sede; coma pelo menos 3 peças de fruta por dia; e inicie sempre as refeições principais com um prato de sopa. Diminua a ingestão de sal pela substituição por ervas aromáticas, e alimentos com alto teor de gordura e açúcar só nos dias de festa", como explica a dietista Célia Lopes.

Mastigar devagar é uma regra de ouro, e se ao envelhecer deixamos, em muitos casos, de ter a dentição completa, devemos garantir uma correta mastigação pela adequação da consistência dos alimentos a cada idoso. Devido à falta de dentição e/ou placa dentária, as pessoas de mais idade toleram melhor alimentos moles e fáceis de mastigar, mas isso não significa que apenas comam sopa e papa! Devem ser recomendadas refeições apetitosas e fáceis de confecionar.

A alimentação no envelhecimento deve basear-se nos princípios da Roda dos Alimentos, da mesma forma que a alimentação de um adulto. Deve fornecer os nutrientes necessários para o dia a dia, tais como as proteínas, os hidratos de carbono e os lípidos, sem esquecer as vitaminas e minerais. No entanto, existem exceções, já que as recomendações para a população em geral não têm em conta as alterações do metabolismo e o processo de fragilidade por vezes associado ao envelhecimento.

Baixo peso afeta cerca de 25% dos idosos

O baixo peso, e subsequente fragilidade, afetam cerca de 25% dos idosos, segundo um estudo realizado pela Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica, estando associados ao aumento de risco de dependência de terceiros, da morbilidade e até da mortalidade.

Fatores a ter em conta são a perda de peso não intencional, o cansaço, a diminuição de força muscular, situações de mobilidade reduzida e baixos níveis de atividade física. Assim, é importante questionar o idoso sobre se sente fadiga, se tem dificuldade em subir um lance de escadas, se tem dificuldade em andar um quarteirão, se tem mais do que 5 doenças crónicas e se perdeu peso não intencionalmente nos últimos 6 meses. Consoante as respostas a estas questões, pode verificar-se que se está na presença de uma síndrome de fragilidade do idoso.

Nunca é demais lembrar que a perda de peso só é aceitável nas dietas de emagrecimento e não apenas porque envelhecemos!

A fraqueza no idoso pode ser reversível, desde que se adeque a sua alimentação às necessidades nutricionais específicas desta faixa etária (proteínas, energia, vitamina D) e que se associe um programa de atividade física adaptado às capacidades individuais de cada um.

As necessidades proteicas para um idoso saudável são as mesmas que para um adulto, sendo recomendada a ingestão diária de cerca de 46g para as mulheres e 56g para os homens. No entanto, em algumas situações poderá ser necessário um aumento da ingestão proteica, sendo recomendado o aumento da ingestão de proteínas para, pelo menos, 70g por dia. O aumento das necessidades prende-se com a diminuição da massa muscular, presença de doenças crónicas e com algumas alterações do metabolismo (aumento do catabolismo proteico) específicas do envelhecimento.

No entanto, apesar de existir um aumento nas necessidades, sabe-se que habitualmente as pessoas mais idosas ingerem diariamente menos proteínas que um adulto, pelo que, para estes casos em que não é possível atingir as necessidades nutricionais diárias somente com a alimentação habitual, a evidência científica suporta os benefícios da utilização de suplementos nutricionais orais de baixo volume e, nos casos de défice de ingestão de proteínas, alto teor proteico. Os suplementos nutricionais têm como objetivo colmatar as necessidades nutricionais em complemento da alimentação habitual, pelo que se recomenda a sua toma entre as refeições, sendo desejável que se variem os sabores de acordo com as preferências de cada um. Os suplementos nutricionais orais podem ser completos ou modulares, sendo que estes últimos se destinam a complementar a alimentação apenas num macronutriente específico e que está em falta (por exemplo, proteínas ou glúcidos).

Ingerir menos proteína do que o recomendado pode levar à perda de massa muscular, com impacto negativo na capacidade funcional, e ao comprometimento do sistema imunitário, enquanto o aumento da ingestão proteica está associado à prevenção do desenvolvimento de fraqueza. Adequar a alimentação e suplementar sempre que necessário é essencial para prevenir e tratar estados de fragilidade.

Por tudo isto, os profissionais de saúde não devem promover o aconselhamento de dietas excessivamente restritivas, que levam ao desenvolvimento de fraqueza no idoso e muitas vezes ao declínio cognitivo e ao aumento do risco de quedas, dependência e mortalidade, devendo ter ainda em atenção a revisão da polimedicação e do seu impacto negativo na absorção de alguns nutrientes que podem comprometer o estado nutricional.

A identificação de idosos em risco de desnutrição e subsequente encaminhamento para a consulta de nutrição e dietética constitui, cada vez mais, um papel importante do farmacêutico.

Quem tem mais de 65 anos e quer continuar a viver a 100%, não pode, por tudo isto, descurar a sua alimentação – tão essencial à vida como o ar que respira.

Fonte: revista Farmácia Saúde

Missão: combate à celulite


Muito se fala sobre qual será a melhor forma para combater a celulite. A verdade é que não existe uma receita milagrosa, que faça a celulite desaparecer por completo de um momento para o outro. Mas existem, isso sim, alguns aliados que podem ajudar a tratar a celulite mais rebelde. Vamos conhecê-los?

Uma das opções, quando se está em guerra aberta contra a celulite, pode ser a toma de comprimidos ou cápsulas anti-celulíticas, existem no mercado opções seguras e de eficácia comprovada. Eles ativam a microcirculação, melhorando o fluxo sanguíneo, combatem a acumulação de gorduras, evitam o excesso de retenção de líquidos. Vai notar uma redução da celulite instalada, bem como diminuição do volume e espessura dos tecidos adiposos (a gordura) principalmente ao nível das coxas e nádegas.

Pode também usar um creme anti-celulítico. Não sendo tão eficaz, funciona por causa das massagens da aplicação: massaje com movimentos firmes, de baixo para cima, melhorando o retorno venoso. O creme vai alisar a pele superficialmente, hidratá-la e tonificá-la, reduzindo ligeiramente o aspeto "casca de laranja".

Para resultados ainda mais eficazes, o ideal é utilizar uma estratégia de tratamento com comprimidos ou cápsulas. A utilização de um creme vai ajudar numa perspetiva cosmética. Não se esqueça que o exercício físico também é um dos fatores chave no que toca ao combate da celulite, bem como uma alimentação saudável e regrada.

Como combater?

Para contrariar este problema, deve abdicar do tabaco, caso fume, adotar um estilo de vida mais ativo e evitar o excesso de sal, bem como os alimentos ricos em gordura saturada. Evite ainda usar roupa muito apertada, sapatos com saltos altos, e estar muito tempo sentada ou em pé.

Um problema, 6 diferentes causas:

›› Alterações dos níveis hormonais
›› Problemas de circulação
›› Stress
›› Falta de exercício físico
›› Retenção de líquidos
›› Má circulação

Fonte: revista cuidar.pt


quarta-feira, 2 de Julho de 2014

Um “nó” nos intestinos


Barriga inchada e mal-estar, os dias passam e os intestinos continuam sem executar a sua função. Stress, uma alimentação pobre em fibra e insuficienteingestão de água ou alterações de rotina podem estar por detrás desta desregulação do funcionamento normal dos intestinos. E afinal o que é a obstipação?

A obstipação, vulgarmente conhecida como prisão de ventre, caracteriza-se por uma maior dificuldade em expulsar as fezes do intestino, provocando desconforto abdominal e por vezes dor e dificuldade crescente em evacuar. Sucede quando o intestino produz resíduos mais sólidos do que o habitual, ou quando as contracções musculares são insuficientes para fazer deslocar as fezes. E quanto maior o tempo de permanência no intestino, mais difícil se torna a sua expulsão.

Durante o processo digestivo o intestino é responsável pela absorção de nutrientes e água provenientes da alimentação diária através das suas vilosidades intestinais, passando estes para a corrente sanguínea.

A parte proveniente da alimentação que não é absorvida é eliminada pelo nosso organismo, transformando-se em fezes que vão percorrendo o intestino grosso. Para ajudar neste percurso o nosso intestino faz alguns movimentos involuntários chamados movimentos intestinais, também conhecidos por peristaltismo.

Quando existe obstipação os movimentos peristálticos tornam-se habitualmente mais irregulares e menos frequentes, tornando as fezes mais duras e secas pelo tempo de permanência no interior do intestino. Também o consumo insuficiente de líquidos faz com que as fezes se tornem mais duras e secas porque o organismo vai absorver a água de que necessita a nível no intestino grosso.

A maioria das pessoas tem obstipação pelo menos durante algum período da sua vida. A obstipação não é um problema grave, mas pode conduzir ao desenvolvimento de complicações como por exemplo as hemorróidas, entre outras. A obstipação pode ser pontual e passageira, mas quando os sintomas decorrem por períodos superiores a 3 semanas deve-se procurar o aconselhamento médico, porque pode tratar-se de um caso de obstipação crónica ou ser um sinal de doenças mais complexas.

E atenção que as pessoas que têm maior probabilidade de sofrer desta condição são as que têm uma vida sedentária, pessoas com muito stress e/ou ansiedade, ou que não ingiram quantidades suficientes de água e fibras na sua alimentação diária.

Por vezes a simples alteração dos hábitos alimentares e do estilo de vida é suficiente para regular de novo o trânsito intestinal. No entanto, poderá haver casos em que é necessária uma solução mais imediata e pode haver necessidade de recorrer a laxantes. Estes devem ser utilizados apenas em situações pontuais e sempre com o aconselhamento do seu farmacêutico, porque há várias alternativas com modos de atuação diferentes sendo importante escolher o mais adequado a cada situação. Deve procurar privilegiar-se os laxantes mais "suaves", que não sejam agressivos e que não provoquem habituação. A habituação surge devido ao uso continuado de alguns laxantes que faz com que o intestino se habitue à presença do laxante ficando mais "preguiçoso", agravando a prisão de ventre.

Quando suspeitar de obstipação?

Podemos identificar a obstipação através de alguns sinais de alerta do nosso organismo, entre os quais a dificuldade exagerada no ato de defecar ou a sensação de evacuação incompleta, o aspecto das fezes ressequido e irregular ou acompanhado de sangue.
O sintoma mais comum é a diminuição da frequência habitual de defecação, que pode chegar até aos 3 dias de intervalo entre evacuações. No entanto, cada pessoa tem um organismo diferente e a frequência de dejeção não é igual para todos. Não é obrigatório ter uma evacuação diária para ser considerado normal. O intervalo usual varia entre 3 vezes por dia a 3 vezes por semana. Assim, cada caso deve ser avaliado individualmente em relação à frequência normal do próprio.

A obstipação é condição (e não doença!) que pode incidir em pessoas de qualquer idade, sendo mais frequente entre grávidas, devido a alterações hormonais, e em bebés que iniciam a sua alimentação com alguns leites de transição.

A obstipação é, também, muito frequente acima dos 65 anos, atingindo 34% das mulheres e 26% dos homens nestas idades. Pode igualmente estar presente em pessoas que utilizem determinados medicamentos como alguns anti-hipertensores, antidepressivos, analgésicos opióides, suplementos de cálcio ou ferro e alguns antiácidos.

Porque tenho obstipação?

Podem ser vários os fatores que contribuem para esta condição mas se procurar evitá-los e alterar alguns hábitos, poderá diminuir ou prevenir as dificuldades na hora de ir à casa de banho. Alguns exemplos são:

- Ingestão insuficiente de fibras. São exemplos de alimentos ricos em fibras os legumes e frutos frescos, , cereais e leguminosas.
- Ingestão insuficiente de líquidos. A água e outros fluidos fazem parte da constituição das fezes, por isso é fundamental assegurar um aporte adequado de água, ingerindo aproximadamente 1,5 L por dia, mas é necessário aumentar a ingestão de água em alturas de maior calor porque há perda de água através da transpiração.
- Exercício físico insuficiente. A actividade física é importante para o normal funcionamento do intestino.
- Esperar quando sente vontade de evacuar. Não deve, por hábito, contrariar ou adiar a necessidade de ir à casa de banho.
- Alterações na rotina diária. Durante as viagens podemos ser afetados pela obstipação, sendo inclusive uma altura na qual é frequente a procura de laxantes.

Fonte: Farmácia Saúde maio 2014

Se sofre de obstipação, a BIOVIP tem em linha vários suplementos alimentares que o vão ajudar a resolver este problema, sem ter que recorrer a laxantes.


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segunda-feira, 23 de Junho de 2014

40% dos homens recusariam ter sexo para ver futebol


Sabia que 40% dos homens recusariam ter sexo para ver futebol e 70% concordam que fingir no futebol estraga o jogo e que 1 em cada 3 acreditam que é pior "fingir" em campo do que no quarto? Estes são dados de um estudo baseado num inquérito realizado no dia 4 de junho de 2014 a dois mil participantes, efetuado pela 72Point, a pedido pela Durex para a sua campanha #NaoFinja.

Com o objetivo de demonstrar de que forma o futebol afeta a vida amorosa das pessoas, teve como principal conclusão que enquanto alguns preferem uma abordagem direta, para outros, as desculpas elaboradas sobre lesões são tão comuns no quarto como no campo.

Durante esta época dedicada ao futebol, é provável que muitos tenham algumas queixas (fingidas) para não fazerem sexo, tais como "tenho uma dor nas costas" ou "estou muito cansado", as quais completam o top três de desculpas mais comuns. O top cinco fica concluído com as justificações "tenho uma dor de cabeça" e "tenho trabalhado até tarde".

Os pesquisadores também detetaram que, apesar de por senso comum considerarmos que os homens raramente recusam alguma ação entre os lençóis, no estudo realizado foi possível concluir que 40% destes admitem que dirão "não" à sua parceira para que possam ver os jogos de futebol.

E a todos os que possam estar a pensar em simular uma queda, cuidado, alerta a marca de preservativos: cerca de 70% das pessoas inquiridas concordaram que, aqueles que fingiram no campo, arruinaram o jogo, com uma em cada três pessoas a afirmarem ainda ser pior fingir no futebol do que no quarto.

Top dez das desculpas mais usadas pelos homens para recusar sexo

1. Quero ver o jogo de futebol

2. Doem-me as costas

3. Estou muito cansado

4. Tenho uma dor de cabeça

5. Tenho trabalhado até tarde

6. Tenho trabalho para fazer

7. Estou muito bêbedo

8. Podemos fazer depois?

9. Não me sinto bem

10. Tenho que me levantar cedo amanhã

Top dez das desculpas mais usadas pelas mulheres para recusar sexo

1. Estou muito cansada

2. Quero ver o jogo de futebol

3. Tenho uma dor de cabeça

4. Doem-me as costas

5. Não estou com vontade

6. Tenho trabalhado até tarde

7. Podemos fazer depois?

8. Não me sinto bem

9. Tenho trabalho para fazer

10. Não me sinto bem

Fonte: Vital Healt

domingo, 15 de Junho de 2014

Radicais livres. Sabe o que são?

Para entendermos o que são os radicais livres é necessário esclarecer que todas as células do nosso corpo necessitam constantemente de oxigénio para converter os nutrientes absorvidos dos alimentos em energia.

Entretanto, a queima do oxigénio pelas células (oxidação) tem o seu preço: liberta moléculas de radicais livres que são instáveis e apresentam eléctrões com carga negativa que tende a se associar muito rapidamente a outras moléculas de carga positiva com as quais pode reagir ou oxidar.

Dessa forma, esses radicais livres podem danificar as células sadias do nosso corpo, sendo que o bombardeamento excessivo por essas moléculas danifica o DNA das células, bem como outros materiais genéticos.

Entretanto, as células do nosso corpo, expostas a dezenas de ataques de radicais livres por dia, têm enzimas protectoras que reparam 99% do dano por oxidação. Sendo assim, o nosso organismo consegue controlar o nível desses radicais produzidos através do metabolismo do oxigénio. Mas esse processo de oxidação que ocorre dentro do nosso corpo, devido aos processos metabólicos, não é a única fonte de radicais livres.

Há factores externos que podem igualmente contribuir para a formação de um excesso de radicais e que podem causar danos irreparáveis.

Uma produção excessiva de radicais livres pode estar relacionada com vários fatores, associados ao estilo de vida atual, como stress, poluição, tabagismo, sedentarismo, o consumo excessivo de gorduras saturadas, açúcares ou bebidas alcoólicas. Esta situação pode contribuir para o envelhecimento precoce e para o desenvolvimento várias doenças, como diabetes, hipertensão, artrite, doenças cardiovasculares e oncológicas.

Cada vez mais, a nossa alimentação é mais pobre em nutrientes antioxidantes devido ao saturamento dos solos, pesticidas, herbicidas, poluição, etc. Por mais variada que seja a nossa alimentação, devido a estes factores, não é suficiente.
 
A Biovip tem vários suplementos alimentares antioxidantes, que a vão ajudar a combater os radicais livres:


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